Avaaz – O que parece verdade, pode ser mentira

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Atualmente qualquer um faz campanhas na internet. Acho que o indivíduo pensa: Ah! Estou aqui online, sem nada para fazer… Estou a fim de revolucionar, de aparecer, de ganhar dinheiro, de reivindicar pelos meus direitos, de ajudar o bem comum. Eureka! Vou traçar objetivos e tentar atingir o máximo de pessoas que eu puder.

Galera, muita atenção nas petições criadas! Já ouviram falar na frase clichê, mais que se adequa a nossa realidade: as aparências enganam? Então, não é só porque aparece em suas atualizações um texto com palavras bonitas e uma foto que chama atenção, que você deve confiar e acreditar no que está escrito. Em meio a esses pedidos de doações, existe uma mensagem apelativa que explora um tipo de assunto que esteja no auge. A mídia se encarrega de propagar o fato e as pessoas de aceitar a manipulação. O comodismo da informação é o pior dos pecados!

Seria objetivo do Avaaz traçar estratégias para impulsionar mensagens em massa com as petições e pedidos de doações para milhares de contas do Brasil? Complexo!  Talvez seria uma agressão à democracia usar da falta de conhecimento das pessoas para garantir um espaço na mídia e conseguir faturar mais de 18 MILHÕES DE DÓLARES em doações feitas por internautas. É uma falta de respeito com a sociedade. Mas a população contribui com essa ação, a medida que reenviam as petições para seus contatos, que repassam para outros e assim vira um clico vicioso mais que não tem fim, até os objetivos se misturarem com possíveis interesses. É uma teia de divergência entre princípios e  real intenção!

A internet deve ser usada com sabedoria! Só assim as informações terão um certo controle e uma melhor responsabilidade social. Cuidado! Saiba diferenciar as campanhas sérias de golpes. Não seja a isca do falso moralismo.

Consciência limpa! Esse é o conceito.